Abelhas
              

Dados, Curiosidades e Etc... 

Esta será uma seção que estará sempre em atualização, já existe muito conteúdo mais logo estaremos disponibilizando mais, para que você que busca informações sobre a sociedade das abelhas e a apicultura possa obter muito mais, é nosso intuito prestar este serviço através do maior número de informações técnicas e curiosidades sobre as abelhas. Caso queira acrescentar alguma informação útil, nos envie através do nosso e-mal: melcortico@melcortico.com.br 

 

Sobre a sociedade das abelhas...

OS ALVÉOLOS
Os Alvéolos de um favo de mel são as unidades básicas de armazenagem de uma Colméia. Os alvéolos escuros contêm mel e ainda não foram cobertos de cêra como os que se vêem ao lado, à direita.
Os alvéolos que aparecem abertos, abaixo dos cheios, à direita, contêm
Pólen, ao passo que os fechados estão cheios de larvas.

Abelhas muito carregadas de néctar e pólen regressam à colméia.O néctar é transportado num estômago especial. As pequenas bolas de Pólen, visíveis em várias abelhas, são seguradas por uma série de pequenos espinhos localizados nas patas traseiras dos insetos.

FERRAMENTAS
Uma Oficina de patas cada par de patas da abelha desempenha uma função especial. As patas traseiras raspam o pólen umas das outras, depositando-o nas cestas de pólen (coloridas de verde, no alto). Os rígidos pêlos das patas intermediárias escovam o pólen do tórax e das patas dianteiras.
A pequena e afiada espora (em verde, no centro) remove a cêra das glândulas que a produzem, situadas no abdômen. Cada pata dianteira possui pêlos ramificados, plumosos,que se destinam a recolher o pólen. Apresenta, ainda, uma articulação especial(embaixo ampliada), com um pente para limpar os olhos,e uma reentrância revestida de pêlos por onde passam as antenas para a limpeza.


A VIDA NA COLMÉIA

Esta ilustração mostra a vida altamente organizada de uma colméia, abrangendo atividades que se realizam em diferentes épocas do ano. No centro, em cima, jovens obreiras findo o estágio de pupas, saem das células incubadoras, recobertas de sêda, enquanto as abelhas amas-sêcas, mergulham de cabeça nas células vazias a fim de limpá-las.

 

Na extremidade direita do favo, duas protuberâncias abrigam as pupas de duas novas rainhas. Embaixo, à esquerda, duas rainhas, rodeadas de operárias que as observam, travam uma luta de morte, pois em condições normais só uma rainha há de reinar sôbre a colmeia. Embaixo, no centro, as forrageadoras, frente a frente com as obreiras da colmeia, entregam-lhes os carregamentos de néctar, ao passo que outras, delas, também forrageadoras, carregam
Fardos de pólen para células especiais, onde serão armazenados.

Acima, operárias da colméia matam um camundongo intruso a entrada da colméia, voltadas para dentro dela, três abelhas climatizadoras abanam o ar para o interior da colméia a fim de evaporar água do mel .Na extremidade inferior do alvéolo, um grupo de engenheiras constrói. Novas células de cêra.

 

OS INIMIGOS


Tudo poderá ser atividade e ordem no interior desta colméia, mas uma hoste de inimigos esfomeados está à espreita do lado de fora.
Uma aranha de jardim ( à esquerda ) faz sua teia entre a colméia a as flôres, ao passo que uma libélula paira acima do cortiço, agarrando no vôo as operárias. O urso (ao fundo), protegido por seu pêlo espêsso,destrói uma colmeia inteira para satisfazer o gosto que tem pelo mel.
O tirano, ou gavião das abelhas (no alto, à direita), suga o néctar e o líquido que há no corpo das abelhas, abandonando, em seguida, os corpos vazios. Abaixo do tirano vê-se uma môsca da família das asilídeas, cujos olhos enormes lhe conferem aguda visão, de que se vale para localizar as abelhas, interceptando-as no ar com suas garras em forma de ganchos.
À direita, o louva-a-deus prendedor fica imóvel, emboscado na folhagem, até que uma abelha chegue perto dêle. A maritaca, que gosta de abelhas e de mel, raramente consegue penetrar numa colméia, mas esgaravata as paredes externas. Oculta nas flôres que se vêem embaixo, à esquerda, o sapo envolve as abelhas com a língua, aparentemente imune ao veneno de seus ferrões. No entanto, talvez o pior inimigo das abelhas não aparece neste quadro. É a larva da maripôsa Achroia grisella, que, na colméia, cava tuneis ao acaso.
 

PASSEIO NA FÁBRICA

Veja agora um passeio que poderá ser repetido por escolas e pequenos grupos de visitantes miríns. Para visualizar o passeio clique na figura ao lado.                                                
 
CURIOSIDADES

Em breve estaremos exibindo aquí um extenso conteúdo de apoio a pesquisa! Aguarde.

               

                          
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